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[ Paulo Corrêa é repórter. Já sapecou tinta no lendário jornal é!. Militou para o jornal O Esportista. Traficou textos para o site Tiro&Queda. Atuou na comunicação Sindicato dos Metalúrgicos de Limeira e Região. Escreveu para o Jornal de Limeira, faz frila para Gazeta de Piracicaba e hoje posa de blogueiro].


Mais aqui: 2001


Artigo : Perfil da imprensa de Limeira



Livro-reportagem "Caso SAAE: Bastidores da primeira concessão dos serviços de água e esgoto do Brasil". Publicação relata como o consórcio Águas de Limeira assumiu a concessão dos serviços de saneamento na cidade e aborda o papel do prefeito Jurandyr Paixão no maior escândalo político-administrativo do município do século passado

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Click para fazer download do livro-reportagem.






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online

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Em Pauta:



..5 anos no ar!...
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Sábado, Julho 26, 2008


Quieto como uma xícara

Eu não podia vir, mas eu vim assim mesmo. Vim para me sentir mais eu, sozinho como uma nave na imensidão de universo sem escuridão, finito nos seus segredos, rejeitado por cientístas, aventureiros e piratas.

Eu vim para ver se tua pele mudou, se teus pés continuam gelados nas noites quentes e a quentura faz sair aquelas gotas de suor do cume dos teus lábios rachados. Eu quebrei as regras e vim. Mas isso não me faz herói do planeta, nem de mim. Integra um conjunto de deliquências para eu contar em lugares divertidos. Embora não haja ouvintes.

Eu poderia esperar, esperar e esperar. Quieto como uma xícara, como escreveu Lucy, no filme de Desejo Roubado, do Bertolucci, mas eu sou agitado aqui dentro, em meio a esses destroços de órgãos, células, mólecas e matéria orgânica. Em meio ao meu eu-deserto, uma voz grita. Por isso, eu vim. Não, não foi para ser feliz. Eu só desobedeci e vim. Foi só isso. Isso pode me custar caro. Ou ninguém deve ter notado. O que é o mais plausível.

O fato é que eu não tenho como me redimir. Podem me atirar no calabouço dos escrotos. Eu não preciso de água, nem de abraço, nem de cigarros ou conversas de fim de tarde, torpedos no celular. Eu vim mais por mim do que por você. Apesar de querer saber se o teu hálito continua com sabor de cobre envelhecido pela manhã.

Eu vim só com a roupa, esqueci o corpo. Na correria esqueci de pegar no meu guarda-roupas acessórios do cotidiano. Deixei na gaveta de meias a dignidade. Em cima da televisão deixei minha solidariedade. Ah! acabei esquecendo também os bons modos. Vim só com a roupa. Nem meu espírito cansado deu tempo de trazer.

Na boa, meu tecido celular cobre minhas vergonhas. Se eu violentar à vida, se eu cuspir no prato que comi, se eu quiser se ouvido às 4h da madrugada, esquecer de dizer obrigado pelo esforço de alguém e não elogiar, duvido que alguém vai notar. É melhor ficar quieto como uma xícara e receber um líquido quente na boca. Meu medo é que seja urina do mundo, dos sujos, dos ímpios, dos ignóbeis, dos inocentados, dos censores, dos amigos que nunca te ligam.

Foi por isso que eu vim para este canto escuro, cheio de vespa que furam os olhos, de baratas que comem os cílios durante à noite. Vim para te ver sofrer e não fazer nada. Não foi por amor. Tudo me trouxe há esse lugar divertido, para contar minhas histórias. Embora eu não tenha ouvinte algum. Foi estupidez como gostar dos teus pés gelados.


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Poema gay


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Domingo, Julho 20, 2008


Patrões e empregados contra desempregados

Outro dia em entrevista ao jornalista Ricardo Soares da TV Senac, o escritor e psicanalista Roberto Freire descontruiu à idéia ainda muito recorrente sobre o conflito de patrões e empregados, materializado nos movimentos grevistas, seja resultado do curto-circuito entre elementros diametralmente opostos.

Esses solavancos, ele não disse, mas eu estou interpretando, trata-se de uma acomodação de uma nova ordem já configurada: o embate de patrões e empregados contra os desempregados.

Não há mais diferenças no comportamento orgânico entre quem emprega e os empregados. A força mitigadora do capitalismo conseguiu pasteurizar barreiras antes consideradas indestrutíveis entre patrões e empregados com intuito de proteger o patrimônio das instituições públicas e privadas, da moral do trabalho e dos valores contemporâneos dos sem-empregos.

Os desempregados simbolizam um perigo iminente a essa nova ordem e devem ser controlados, quando não eliminados por meio da fome, doença e da ignorância.

O Estado e as corporações beneficiarão uma pequena parcela dos miseráveis. Ferramentas salvacionistas serão criadas para que uma parcela bem pequena possa adentrar, com autorização dos donos, na estrutura dessa nova ordem do trabalho. A tática pretende demonstrar a benevolência dos trabalhadores e dos patrões em favor dos marginalizados.

O levante dos miseráveis será eclosão de um novo mundo. Não sei se mais justo ou menos desigual, somente um novo e icógnito mundo novo.


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Sábado, Julho 19, 2008


Outro post invejável

Cristiano Kock Vitta quebra a banca com esse post memorável.

E o sacana tá de blog novo .



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Um post invejável

Leia aí: Brigatti.



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Desculpas e outros posts

Lembra daquela composição do Jorge Mautiner "Eu não peço desculpa"?. Bom, eu sou de pedir desculpas justamente por se todo errado. Sou de me redimir. Por isso, gostaria que aceitassem meu pedido de desculpas por esse hiato existencial no blog. Não há motivo especial para o sumiço. Trata-se de um auto-exílio. Contudo, é uma presunção horrorosa a idéia de que alguém realmente visite esse espaço. Talvez eu esteja pedindo desculpas para mim mesmo. Aproveito para declarar que estão aceitas minhas justificativas. Anistiado publicamente por mim mesmo, me sinto mais leve a ponto de comunicar-me que esse período sem postagem deve se prolongar na próxima semana. Isso me afeta profundamente. Não pelo fato de eu ficar sem saber das minhas "opiniões inteligentes" os mais variados episódios. Na dinâmica do planeta isso não altera em nada. Porém, na minha existência sim. Deixa-me triste, tristinho, mais sem graça do que a top model magrela na passarela. Então nesse post vou fazer um resumo do que postaria na semana que passou.

segunda-feira
Eu nunca tinha visto ninguém antes feliz no supermercado. Aquele senhor de 58 anos estava. Bastava ver ele cantarolando na sessão de biscoitos. Assoviava um velho bolero enquanto fincava os olhos por cima dos óculos na lista de compras. Jaqueta jeans esbranquiçada, camisa xadrez vermelha, jeans limpo e botina cor de terra. Alto e com o rosto avermelhado, era um consumidor em seu estado de graça. Na sessão para produtos de limpeza, uma senhora gorda, empurrava um carrinho de compraa com um sorriso sem dentes. Satisfeita como se tivesse tido um orgasmo há um minuto atrás. No caixa, a operadora da máquina conversava animadamente com um cliente que ria alto, como se estivesse na cozinha da casa dele contando uma piada que ouvira na fábrica. Uma sensação inebriante infestava aquele mini-templo de consumo. Lugar de ser feliz não é supermercado .

terça-feira
Durante alguns anos o futebol tomou conta da minha vida. Devo ao futebol minha ignorância por outras línguas, a robustez da minha desleitura, brigas físicas com amigos e feridas pelo corpo. O futebol tirou mais de mim do que me deu. Não é mágoa, mas constatação. Por isso, quando me perguntam qual é o meu time entro sofro um curto-circuito. Digo: - Torço para o Papão da Curuzi. Explico: um time paraense. A resposta causa um hiato no diálogo. Prefiro isso do que prolongar uma insuportável papo sobreo o futebolismo. Tenho prazer em conversar sobre a ideologia atrelada a futebol, sobre impacto do esporte na formação da civilização brasileira e sobre a contribuição mística nos fenômenos sociais. Mas sinto asco de falar sobre campeonatos, atacantes efémeros, impedimentos e toda essa paranóia do futebolismo.

Eu jogava pela liberdade, não para ser profissional, apenas adorava "bater um b" no final de tarde com os colegas em dia de semana e o dia inteiro, varando à noite, nos finais de semana. Só que no meu caso, a prática não me levou a perfeição. Fiquei estacionado. Por isso, aos 15 anos, resolvi partir para o vôlei. Um esporte misto. Mulheres e homens podem interagir. As mulheres vestem shorts de cotom para jogar volei, o tecido envolve a coxa de aço delas, e se alinha abaixo do umbigo. No tornozelo, meias brancas e tênis alvos. O vôlei me apresentou a riqueza do corpo de uma mulher. Nunca tinha vislumbrado o poder de uma nuca nua por conta de um rabo-de-cavalo... O vôlei me salvou porque eu jogava com professores de história, de matemática, português... as jogadoras gostavam de ouvi-los no intervalo dos treinos no ginásio do colégio. Isso me incitou. Atrevi-me a falar sobre o que eles falavam: filmes, histórias ouvidas, inventadas, livros não comprados, insucessos dos outros, sonhos de escrever algo e outras coisas comuns, que nos meus 15 anos eram espetaculares. O vôlei me libertou dos grilhões do futebol e me deu 1,75m.

quarta-feira
Um estudo sobre o perfil dos candidatos a vereadores de Limeira revela uma única coisa: a coerência. A maioria, algo em torno de 98%, é a imagem e semelhança dos eleitores do município. Por isso tenho cautela ao criticar a decisão de "efemeridades" em se candidatar. Um minuto de reflexão mostra que eles são sim a imagem e a semelhança dos eleitores. Exigir candidatos preparados para eleitos poucos interessados, estafados e humilhados é uma incoerência. O tempo deve purificar quem elege e aqueles que serão eleitos.

quinta-feira
No Centro de São José dos Campos, na rua J.M Barros, mora um oftalmologista. Mas o local no qual o médico formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR) mora não tem CEP, número ou campainha. A casa do médico não tem tapete, tem carpetes. Na casa do médico não tem armário, porta-malas. Na casa do médico não há cama, há um banco de motorista. O Cytroen, ano 1997, é a residência oficial do doutor César há quase um ano. Uma depressão profunda após um pressão de separação draumático e uma alegada "operação de sabotagem" levaram o oftalmologista a morar na rua, dentro do seu carro branco. César tem uma filha de 18 anos. Mas prefere não manter contato. De vez em quando um sobrinho leva uma roupa para ele.
O guardado de carros da rua J.M Barros dignóstica: "é pobrema de cabeça, coitado". César usa uma calça branca, único vestígio de um dia foi um médico. Usa um óculos de armação rayban devidamente emoldurado com uma fita isolante preta que fixa a haste nas lentes. É magro, usa um suéter de feira marrom, sobre uma camisa pólo amarelo-suja. A cárie arrebentou-lhe os dentes. Não cheira mal, mas também não cheira bem. Com uma voz mansa conta, com lapsos sua história, e pede encarecidamente para não ser fotografado. "Vai me prejudicar ainda mais". Os cabelos brancos penteados para o lado demonstram uma sobra de vaidade. Mas o rosto é cansado como a memória que parece falhar, pergunta meu nome, sete vezes durante uma conversa de mais de 40 minutos. César não é exatamente um mendigo, não fala como mendigo, não se porta como tal. De alguma forma é carismático, ri baixo, sempre com a mão no bolso, e reside nele uma decadência elegante. Costuma se assear numa praça da região, usa banheiros de restaurentes e bares chinfris onde costuma comer. Diz receber uma espécie de subvenção de uma entidade médica do qual ainda é sócio. "Conta com a solidariedade destes colegas", pronuncia num tom formal, quando pergunto como ele obtém dinheiro para sobreviver. Todo seu patrimônio teria ido parar nas mãos de duas ex-esposas. "As mulheres são terríveis", arrisca um gracejo meio sem jeito enquanto caminha pela rua com seus passos miúdos de um homem de 1,65m. Aos 56 anos tem o desejo de vender uma casa na Vila de Industrial. Segundo o oftalmologista, foi a única coisa que lhe restou na vida. Ao dizer isso pergunta meu nome mais uma vez. "Não gostaria de ver uma reportagem sobre mim, não sou mendigo. Estou passando por uma situação difícil... (pausa). Pretendo recomeçar minha vida em São Paulo. Acho que você pode escrever sobre moradores de rua, não citar meu caso. Nesse tempo que vivo por aqui vejo muita gente sofrendo por falta de assistência pública. Não é o meu caso, acho que se você focasse nisso (tira as mãos do bolso e faz um gesto em forma de garra) seria muito mais benéfico e ajudaria pessoas que realmente precisam de ajuda", discursou. Despediu-se afavelmente.

sexta-feira
Estou terminado "O Processo" do Kafka. Nem tinha idéia que o escritor era judeu e escrevia em alemão. Quem escreveu isso foi o repórter cultural do Estadão Luiz Carlos Mertem que grafou errado o nome de Paulínia em sua coluna.


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Sábado, Junho 28, 2008


Quintal, um predestinado

Luisenrique Quintal (DEM) deveria deixar de lado os discos do seu vizinho de porteira e amigo, Daniel e ouvir atentamente a canção "Love Is A Losing Game" (O amor é um jogo perdido) da excepcional Amy Winehouse.

Não sei se Quintal ama exatamente a política ou o seu jogo. Porém, ao supor que ele ame excessivamente ambos, já passou da hora do empresário compreender que o amor dele talvez seja um jogo perdido.

A cantora inglesa canta, dolorosamente, a história de um fracassado relacionamento.
Nos atos finais desse romance conturbado, ela perceber que o seu amor se transformou num "amor resignado". E só.

Resignação seria o ato mais inteligente na carreira político do agora pré-candidato ao governo de Limeira. Seria um gesto de sabedoria.
Os consecultivos fracassos nas urnas já deveriam tê-lo encorajado mudar o rumo da sua lenda pessoal - como diria o mago Paulo Coelho. Caso contrário será sempre conhecido como o rei dos fracassos eleitorais.

Quintal não consegue enxergar que o amor pela política (ou seu desejo de poder) é um jogo perdido para ele. Talvez, ele seja predestinado a ser conhecido como aquele que poderia ter sido e nunca foi por amar demais o jogo e não ter a perspicácia suficiente para jogá-lo.

Vídeo-clipe da Amy.




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Sexta-feira, Junho 27, 2008


Zovico blindado pela auto-censura dos veículos

Sentaram em cima da informação sobre a ação civil do Ministério Público Federal que quer caçar a concessão da Fundação Orlando José Zovico.

O vice-prefeito de Limeira e dono da emissora está blindado.

Zovico é o mais poderoso dono de veículo de comunicação da cidade. É temido e é ninguém tem a ousadia de contrariá-lo. A TV Jornal é uma potência e o vice-prefeito é muito, mas muito bem relacionado.

Um viscoso noveiro encobre o episódio como se fosse a materialização da censura branca imposta sobre um tema que é de interesse público. Não há como contestar.

O caso expõe a fragilidade da mídia local.

Bastava algo hard news, como fez o Jornal de Piracicaba , para noticiar o caso.
Mas não, preferiram passar pelo constragimento do jornalismo piracicabano noticiar uma reles proposta de ação civil.

São incontáveis o números de vezes que as mídias manchetam ações civis.

Contudo hoje, a imprensa paroquial se calou. Cada um ajudou o outro a vestir uma mordaça.

Seria honesto se a TV Jornal se posicionasse sobre caso. Um comunicado, breve e simples - semelhante aquela chatice da guerrinha de audiência entre ela e Mix Regional.

A consequência para a emissora será mínima, algumas milhares de centas de reais. Não será fechada, não pederá em faturamento. Uma ação de marketing seria até capaz de beneficiar a imagem da TV.

Como fez a editora Abril, sobre as entrevista da pré-candidata Marta Suplicy (PT) e do atual prefeito de São Paulo e candidato a reeleição, Gilberto Kassb (DEM).

Até a nossa imprensa local se atiçou, se indignou, rugiu sobre a censura imposta pelos juizes sobre a Folha e a editora Abril.
Censura não pode, mas auto-censura é permitido?

O conservadorismo desnecessário é mais que revelador sobre a identidade dessa cidade.
Ensimesmada e super-protetora com seus símbolos locais.

Esses tabus não se quebrarão com a vinda da Unicamp, com shopping e com nenhum novo empreendimento.
Limeira morrerá com eles e por causa deles.


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Quinta-feira, Junho 26, 2008


Império ameaçado: Procurador quer lacrar TV de Zovico

O procurador da República, Fausto Kozo Kosaka causou uma fausta dor de cabeça para o vice-prefeito de Limeira, Orlando Zovico e proprietário da TV Jornal. Na segunda-feira, informa a coluna do Daniel Castro na Folha, o procurador abalou a República do vice-prefeito ao entrar com uma ação cívil pública pedindo a cassação da emissora.

Uma porrada sem precedentes no maior império da comunicação de Limeira e um dos maiores do Interior do Estado.

O motivo não é difícil adivinhar. Programação de baixa qualidade, que não execer a função educativa, que é prerrogativa também de uma emissora mista, e segundo relata o colunista da Folha por exibir "cenas de nudez, sexo, violência explicita" no programa "A Hora da Verdade".

Castro ainda ironiza o programa: "suposto líder de audiência regional".

Por incompetência ou ignorância, o colunista só não disse que o DNA desumano tem como pai, o apresentador Geraldo Luis, hoje na Record.

Apesar de estar embasado, ação deve acabar em multa ou em acordo com a Procuradoria. Fechamento é um blefe. Zovico, chegou a admitir em entrevista ao colunista, que alguns programas cometem deslizes.

O vice-prefeito e vice-presidente da toda poderosa Abert chama de "deslize" mostrar um corpo carbonizado no ar no ar como foi o caso da estudante do curso de Direito do Isca Faculdade, Flávia Tetzner. A sociedade chama de atrocidade. Em País sério, a TV teria sido fechada naquele dia.



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Domingo, Junho 22, 2008


O Islã e eu

Nenhuma religião até então havia me impulsionado a consumir literatura para saciar uma curiosidade descompromissada. O Islã tem produzido esse fenômeno intrigante.

O sentimento de estranheza trazido pelas sociedade mulçumanas na ótica ocidental é justificada pelo desprezo deles pela modernidade. Um tempo tão idolatrado pela maioria da humanidade.

O impasse é a pólvora política para as constantes explosões entre os dois mundos.
E mesmo lendo um conteúdo razoável sobre a religião fundada por Maomé, gradativamente um vento de través sopra minha pequena curiosidade para bem longe de Meca.

Multifacetado dentro de duas facções religiosas os sunitas (o que apoiam a eleição dos califas) e os xiitas (que pregam que o califado transmitido aos descentendes do profeta Maomé após sua morte), os teólogos, políticos e pensadores mulçumanos buscar conformar todo sincretismo existente no Islã para fundar uma nação anti-secularista e teocrática.